miércoles, 12 de marzo de 2008

Cortes Mentais

Embora o título desta posta de pescada com brócolos seja "Cortes Mentais", não é disso que vos queria falar...

Hoje pela manhã ao fazer a barba, cortei-me num dos inúmeros sinais que tenho no corpo, desta vez foi na cara...na adolescência, uma vez alguém me disse que se rapasse todos os pêlos do corpo, eles cresceriam com mais força e eu na minha inocência fiz o que me pareceu na altura, ser... uma boa alternativa para ficar com o peito cheio dum matagal púbico...azar...cortei-me todo com as lâminas russas que em Cuba eram compradas não, sem a simpática e enigmática caderneta de abastecimento mensal. Desde essa época que costumo rapar os pêlos das axilas, como medida higiénica, já que nos ambientes tropicais, o suor é criminal. Ainda lembro de usar o farmacêutico bicarbonato de sódio para matar os anões, com Branca de Neve incluída...
Ontem fui cortar o cabelo, que já não cortava fazia meses ou para ser mais preciso anos, na versão pública dum estabelecimento para cortes de cabelos e orelhas caso um gajo se mexer muito. Veio-me a imagem de quando era puto ir de peso cubano na mão a Barbearia do bairro e o barbeiro com cara de Charlot (tinha mesmo a cara do Chaplin) ser muito paciente comigo para não mexer-me e não ser talhado ou esgalhado...em fim...tricotado...

Ao sentir a lâmina correr pelo meu pescoço...excito-me, mas não sexualmente, nada disso...é aquela sensação de sentir que se me mexer a lâmina me pode lixar mesmo. Também não sou masoquista, nem sinto prazer na dor...alias nunca levei um ponto cirúrgico na minha vida!

1 comentario:

Anónimo dijo...

quiça...a sensação do limite..:-)


isabel